quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Contempur'art'iana Exposição

As obras da Exposição Contempur'art'iana



A exposição “Contempurart’I’ana” nasce através da necessidade de realização de um projecto, uma exposição, no âmbito da unidade curricular de Organização e Produção de Eventos. E não só!
Nasce também da vontade de realizar um projecto diferente, mais abrangente, onde qualquer peça possa ser incluída, onde a liberdade artística se apresenta no seu auge, sem restrições, tabus ou receios.
Acima de tudo, nasce do amor que cada uma das intervenientes nutre pela arte, do tempo que cada uma lhe dedica, das dificuldades que vão ultrapassando, que as modificam como pessoas e artistas, mas que fazem parte do caminho rumo ao sucesso.
Cada acontecimento é transformado em inspiração. A arte é a forma que optámos para nos expressarmos, e o resultado de tudo isto são as obras que compõem esta exposição.
Cada obra pretende transmitir uma ou várias mensagens, tudo depende da forma como cada espectador as interpreta. Por isso, esperamos que se divirta a
Interpretar cada uma das obras e que se apaixone tanto por esta exposição como nós.
Carina Pereira, Erica Fernandes e Sara Silva



Butterfly Xplosion
È uma paisagem imaginária. Só assim poderia existir uma explosão da qual saíssem borboletas. Representa o sonho, o impossível possível de realizar através da pintura e da imaginação. Era óptimo que de todas as explosões resultassem apenas borboletas, não era?
Esta obra pode ser descrita apenas através da frase “O recomeçar após a explosão”. Esta obra ilustra que até mesmo das piores situações ocorrem coisas positivas, aqui representadas pelas borboletas. A linha prateada, que deriva da explosão é a linha do horizonte, que segundo as paisagens imaginárias divide a terra do céu.



Blond Pop Art
Surge através do interesse na Pop Arte e na sua criação. È uma personagem com uma expressão peculiar, cativante mesmo que inconscientemente, transmitindo alguma alegria também pelas suas cores vivas. Realizada com base numa fotografia de um catalogo de moda, a obra Pop Blond Art veio revelar-se bastante diferente da fotografia que esteve na base da sua criação, sendo quase imperceptível que a modelo é, nada mais, nada menos, que a Gwen Stefani.



Coração Em Estilhaços
Coração em estilhaços representa o exagero, a Pop Art, as variadíssimas formas como algo pode ser expresso e que seja qual for a situação devemos sempre encarar a vida com um sorriso, com esperança e continuar a busca intensiva pela Felicidade.
Este quadro não quer passar uma mensagem negativa, antes pelo contrário. Por mais estilhaços que existam, com o tempo todos se voltam a unir e a formar um único coração.



Strange Colored Clothes
Um conjunto de roupas coloridas que se conjuga entre si de forma animada. Um regresso à Pop Arte após “Pop Blond Art”. Uma obra que surge após vários esboços de camisas e calças pendurados num cavalete. Através da simplificação das formas resulta esta “mistura” entre partes dessas peças de roupa. Esta obra é um desafio aos espectadores, em relação à sua interpretação.



Uma das Caldas
A forma desta peça é uma patente através da qual foram produzidas milhares de cópias espalhadas pelas casas de todo o país, sendo um dos mais tradicionais símbolos da cerâmica nacional depois do Zé Povinho e do Galo de Barcelos.
Erica Fernandes decorou esta peça a convite da organização da “Mostra Erótico-Paródica” de cerâmica nacional que teve lugar nas Caldas da Rainha, no Caldas Shopping, de Outubro a Novembro de 2009.



Artefactos com Identidade Feminina
Esta obra teve como ponto de partida uma proposta cuja temática é o “artefacto”, tendo sido utilizado como artefacto uma camisola de linha tricotada por Lucília Fernandes.
Tentando estabelecer uma conexão entre os dois tempos, a actualidade e a realidade de Lucília Fernandes, Erica Fernandes construiu peças facilmente identificadas como peças de vestuário feminino, um chapéu, um saiote e uma camisola, fabricados em metal.
Todas as peças presentes nesta instalação estão ligadas por serem objectos de fabrico Artesanal, criando uma evocação a uma identidade feminina suspensa no tempo, enquanto que o contraste entre os seus suportes a libertam do universo restrito a um atelier de costura.



Ebano
Esta obra surge de uma necessidade de reparação de algo irreversivelmente fisicamente danificado onde a plasticidade dos materiais que a compõem reflectem a sua fragilidade. O Interior e a armação em aço estão visíveis, fazendo-nos lembrar os alicerces de algo em construção, enquanto que o seu prolongamento no espaço impede que a forma da obra seja limitada à sua estrutura principal preenchida com o gesso.
O que motivou Erica Fernandes na produção desta peça reside na sua afectividade pelo mundo equestre e especialmente pelo seu cavalo Ébano que foi o seu molde de construção. Aqui reside uma crítica à utilização do cavalo como ferramenta e objecto de estatuto, focando-se no foro intimo e patológico do próprio animal moldado pelo Homem, vergado ao Homem, destruído pelos propósitos do Homem, mas também reabilitado e estimado pelo Homem.



Uma Maçã ou um Tomate?
Houve uma altura que não suportava a ideia de haver volumes nas pinturas. Achava horrendo e não compreendia porque utilizavam exageros de tinta. Mesmo assim experimentei esses exageros e este foi o resultado.



A Visão
A janela para a vida, que sem esta não há luz, e sem olhos não se poderia pintar, logo olhos são vida.



O Universo
Esta imagem foi criada através do que nos rodeia: o negro que representa o infinito e o incerto, a mão da humanidade, as raízes que caracterizam a humanidade como imparável crescimento, o fogo da estrela solar, e o globo esfumado que representa o planeta terra.



Estáticas
Meramente um estudo para compreender as cores e a fusão entre elas, e qual a melhor forma de captar a técnica da tinta de óleo, senão numa pintura de Natureza Morta. Mas discordo que a natureza seja morta, esta não pára quieta. Estático é o melhor termo para os objectos, captados eternamente, imóveis, quando na realidade, algures foram movidas para outro local, e talvez já quebradas e transformadas na sua origem.

Contenpur'art'iana

Os folhetos utilizados para divulgação:



Contempur'art'iana 3D

Esquema em 3D da exposição:






Contempur'art'iana

O convite:

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010




A exposição “Contempurart’I’ana” nasce através da necessidade de realização de um projecto, uma exposição, no âmbito da unidade curricular de Organização e Produção de Eventos. E não só!
Nasce também da vontade de realizar um projecto diferente, mais abrangente, onde qualquer peça possa ser incluída, onde a liberdade artística se apresenta no seu auge, sem restrições, tabus ou receios.
Acima de tudo, nasce do amor que cada uma das intervenientes nutre pela arte, do tempo que cada uma lhe dedica, das dificuldades que vão ultrapassando, que as modificam como pessoas e artistas, mas que fazem parte do caminho rumo ao sucesso.
Cada acontecimento é transformado em inspiração. A arte é a forma que optámos para nos expressarmos, e o resultado de tudo isto são as obras que compõem esta exposição.
Cada obra pretende transmitir uma ou várias mensagens, tudo depende da forma como cada espectador as interpreta. Por isso, esperamos que se divirta a
Interpretar cada uma das obras e que se apaixone tanto por esta exposição como nós.


Carina Pereira, Erica Fernandes e Sara Silva